Carta a amiga Liege Barbalho; por Flávio Marinho

Os amigos Flávio Marinho e Jurema publicaram um texto que o blog reproduz . É o mesmo sentimento dos muitos amigos de Wellington. Uma tristeza com sua partida e o desejo do abraço fraterno em Liege Barbalho. O blog reproduz a mensagem:

Blond querida,

Não estou no Brasil.

Tirei uns dias para viajar com Jurema. Ontem a noite estava dentro de um avião quanto, de repente, antes de eu desligar o telefone, recebo uma ligação de Heitor Gregorio, que me falou rapidamente sobre o falecimento do nosso Wellington. Foi um choque grande, um impacto tremendo no curso de uma viagem que tinha o relaxamento e o lazer entres os objetivos.

Não sei o que dizer, falar ou escrever para expressar o que eu e Jurema sentimos pelo acontecimento.

A única coisa que lhe peço é que não deixe a sua fé ser abalada e procure buscar forças junto a Deus.

Sei que você tem passado por provações severas e dolorosas, provações essas que só os fortes e iluminados pela fé têm a capacidade de enfrentar, conviver e buscar a superação.

Fique certa de uma coisa: para sempre, Wellington Vieira, que chamávamos na intimidade entre amigos de “Wellington, Meu Marido”, será sempre lembrando como a pessoa especial que ele foi em vida.

Deus com certeza o acolherá e irá curar a dor de sua alma, tarefa que só a divindade tem o poder de fazer.

Wellington ficará bem, descansará, então, no Paraíso.

E aqui na terra ele será sempre para você, para mim e para os seus amigos, o eterno e querido “Nosso Marido Wellington”.

Deixo um beijo no seu coração, minha solidariedade e a de Jurema para você e Wellington Júnior, um querido sobrinho-afim, que conquistamos ao longo dessas décadas da nossa amizade.

Fique com Deus, e até o meu retorno, quando terei a oportunidade de lhe abraçar pessoalmente.

Beijos,

Seu amigo Flávio Marinho.

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Jornalista