Resolução de Fátima foi para “fugir” da ordem cronológica prevista em lei

A ordem cronológica, que passou a vigorar no serviço público desde de 2018, levou a governadora Fátima Bezerra a publicar uma resolução que está sendo chamada de “calote” entre os empresários.

A resolução diz que o governo não irá pagar dívidas contraídas em 2018 com recursos da receita de 2019 e que os débitos só serão pagos a medida que surgirem “novos recursos”.

Fátima Bezerra estava incomodada com a quitação de débitos passados em detrimento as despesas feitas em 2019. Os secretários nada podiam fazer diante da exigência da lei. O descumprimento da ordem cronológica ameaça trazer problemas sérios para os gestores das pastas. Para evitar problemas “políticos/administrativos” ela resolveu bancar o preço da palavra “calote”. Só não imaginava a reação bem apimentada das entidades do comércio e da indústria.