Ezequiel nega conversa por suplência com Styvenson e mantém mistério sobre 2026

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira, negou que tenha procurado o senador Styvenson Valentim para pleitear a vaga de suplente para a irmã dele, vice-prefeita Milena Galvão, na chapa ao Senado em 2026. A informação que circulou nos bastidores dava conta que esse seria um critério para ele apoiar o projeto da direita, mas, segundo Ezequiel, “isso não existiu”.
Numa conversa com jornalistas logo após a leitura da mensagem da governadora Fátima Bezerra, o presidente disse que não definiu seu futuro político. “Em um mês e vinte dias muita coisa pode acontecer”, disse ele se referindo ao prazo para a abertura da janela partidária.
Ele também deixou claro que não pretende antecipar movimentos sobre 2026. Evitou inclusive revelar quais deputados podem acompanhá-lo na decisão de março.
Nos bastidores, a especulação sobre suplência ganhou força porque o senador Styvenson, bem posicionado nas pesquisas, tende a ter amplo poder de decisão sobre a formação da chapa. A escolha do suplente é vista como peça estratégica — especialmente se houver a hipótese de renúncia no fim do próximo mandato, em 2030, o que ampliaria a importância de alguém alinhado ao projeto e capaz de manter o controle político da cadeira.


